VIDEO GAMES:
a 10.ª Arte em jogo

Uma forma legítima de compreender o mundo.

jogos que marcaram 2025

Um diálogo com temas culturais.

História Viva


Um retrato cru da vida medieval e das escolhas morais. Um jogo que ensina mais sobre a Europa do que muitos livros.

luto


Uma narrativa sobre resiliência e afeto, onde continuar vivendo significa aprender a conviver com as próprias sombras.

memórias


Sicília do início do século XX, suas tradições familiares e costumes. Uma narrativa sobre pertencimento, território, moralidade e estrutura social.

simbolismo puro


Um jogo raro, onde a arquitetura da incerteza vira metáfora: um labirinto vivo em que espaços contam histórias e escolhas revelam mais sobre nós do que sobre a obra em si.

tensões sociais


Escolhas narrativas que moldam percepções. Como enquadramos moralmente personagens e como escutamos as vozes de pessoas em vulnerabilidade. Uma obra que dialoga sobre preconceitos, autoridade e empatia.

south of midnight 480x640
fábula moderna


Enraizada no sul dos Estados Unidos, onde folclore e memória ganham forma. Entre criaturas míticas, paisagens melancólicas e uma estética artesanal marcante, o jogo transforma laços familiares e histórias silenciadas em uma jornada jogável inesquecível.

China em transição


Após o colapso da dinastia Tang, entre artes marciais, filosofia wuxia e paisagens que parecem pintura em movimento, o jogo atravessa mudanças históricas profundas por meio de um protagonista moldado pelo jogador, vivendo o mundo com corpo, espada e consciência.

mitologia grega

O que acontece quando até os deuses estão presos ao passado que criaram? Se o mito grego clássico frequentemente exalta feitos heroicos, o jogo fala de cansaço histórico, heranças pesadas e da dificuldade de romper ciclos impostos pelos próprios deuses.

missão cultural

Compreender video games é compreender pessoas, histórias e modos de ver o mundo.

Por meio de vídeos, lives, ensaios e materiais educativos, abrimos diálogos, ampliamos olhares e aproximamos gerações.

Onde acompanhar

Prosa com a comunidade gamer ao redor do mundo e jogatinas ocasionais em tempo real. Um espaço de diálogo, literacia digital, troca de experiências e reflexão sobre diversas obras.


YouTube

Vídeos culturais & análises da 10.ª Arte. Um convite a olhar para os games como arte e cultura. Para quem quer entender jogos para além do “é só um jogo”. Linguagem acessível, bem-humorada e humana.


Comunidade AeJ

Redes sociais, bastidores e diálogos abertos. Ponto de encontro entre público, jogos, cultura e pesquisa, sem complicação.




Seleção e recomendação de jogos que expressam temas como arte, sociedade, relações humanas, educação, diversidade e memória. Ajuda o público a identificar obras significativas e amplia o repertório cultural ligado aos videojogos.


Artigos & Ensaios

Textos e reflexões sobre o que os jogos eletrónicos revelam: relações humanas, memória cultural, solidão e pertencimento, ética e economia criativa. Um convite à reflexão crítica para educadores, pais e qualquer pessoa que deseja compreender os video games como parte viva da cultura.

Ebooks Gratuitos

Materiais educativos para pais, devs, educadores e qualquer pessoa que convive com jogadores - ou que simplesmente quer se aproximar melhor deste universo. Porque compreender video games também é uma forma de cuidar e conectar gerações.


sobre

Entre o Direito, a Cultura e os Video Games.

Anna Fernandes é formada em Direito e mestre pela Universidade de Coimbra, onde investiga como os video games podem ampliar o acesso à diversidade cultural. Também integrou o programa Erasmus+ na Université Panthéon-Assas (Paris II), experiência que aprofundou a sua visão sobre políticas culturais e o papel do direito na construção de identidades europeias. Atualmente, desenvolve o doutorado na mesma instituição, com foco em Direito Cultural e Economia Criativa, estudando inovação, políticas culturais na era digital e o papel dos video games no contexto da União Europeia e do mundo.
Entre pesquisa, escrita e análise, Anna olha para os video games como obras culturais capazes de revelar memórias, identidades, afetos e modos de ver o mundo. Da academia para o público geral, constrói pontes entre legislação, arte e experiência humana, sempre com o compromisso de tornar a cultura digital mais compreendida, acessível e valorizada.
Direitos Culturais na Europa e no Mundo

Games são cultura.
É o que dizem os tratados internacionais.

Convenção da UNESCO 2005

Diversidade Cultural - A Europa reconhece que culturas existem em muitas formas - inclusive digitais, interativas e jogáveis.

Tratado da União Europeia - Art. 3º & 167º

Cultura como bem essencial - A UE promove criatividade e participação cultural, valores que os video games amplificam a cada geração.

Carta dos Direitos Fundamentais da UE - Art. 22

Diversidade Cultural e Linguística. Jogos também preservam e celebram identidades, do sotaque ao folclore.

Convenção Europeia dos Direitos Humanos

Criar é um direito. A liberdade artística inclui games, mods, narrativas interativas e novos mundos imaginados.

Agenda Europeia para a Cultura

A criatividade move economias. A UE vê a cultura como motor da inovação - e os video games são o seu laboratório mais potente na atual geração.

Creative Europe & Media

Programas de Incentivo. Programas europeus financiam projetos que unem arte, tecnologia e narrativa, exatamente onde os games brilham.

curiosidades

Onde cultura, memória e jogos se encontram.

Instituições como o MoMA (Nova Iorque) e museus europeus passaram a integrar video games em seus acervos permanentes, avaliando não apenas gráficos, mas design, narrativa, interatividade e impacto cultural.

Certos títulos são desenvolvidos com consultoria de historiadores, linguistas e arqueólogos, recriando cidades, línguas e costumes que já não existem mais no mundo físico. Em muitos casos, o jogo vira o primeiro contacto cultural de milhões de pessoas com aquela história.

Há jogos que usam línguas regionais, folclores, literatura e mitologias nacionais como base narrativa, funcionando como uma forma contemporânea de transmissão cultural, especialmente entre gerações mais jovens.

Na França, Polónia e países nórdicos, jogos eletrônicos podem receber fundos públicos culturais, desde que valorizem identidade local, língua, história ou inovação artística.

Os video games estão oficialmente incluídos nas estratégias europeias de economia criativa e cultural, sendo tratados como setor que combina inovação tecnológica, expressão artística e circulação cultural.

No Reino Unido, o sistema de depósito legal foi ampliado para incluir publicações digitais, reforçando a ideia de que conteúdos digitais, incluindo jogos, fazem parte da memória cultural que deve ser preservada para as gerações futuras.

Jogos e Cultura


Receba reflexões e novidades
do Arte em Jogo
no seu e-mail.

Plataformas de Jogos Eletrônicos

Como Jogar?

Os jogos eletrônicos circulam hoje por diferentes plataformas e ecossistemas digitais, que moldam o acesso, a preservação e a experiência cultural das obras.
Steam_icon_logo.svg

Steam
(PC)
Epic_Games_logo.svg

Epic Games
(PC)
gamepass

Xbox Game Pass
(PC & Console)
PlayStation_logo

PlayStation
(Console)
Nintendo logo

Nintendo
(Console)
Canal editorial e institucional do Arte em Jogo

Contato & Colaborações

Este canal é destinado a contatos institucionais, imprensa, convites acadêmicos, participação em eventos, colaborações culturais e diálogos editoriais relacionados ao projeto.

O Arte em Jogo é um projeto editorial e de investigação. No momento, não presta serviços comerciais.

editorial@arteemjogo.com